Roubou-me de mim.

A chuva toca o meu corpo, aliviando-me do peso da dor, da consciência. Eu fecho meus olhos, faço um pedido ao céu e sinto seus lábios tocando os meus, seus braços envolvendo meu corpo, e permaneço nessa ilusão criada pelo desejo incontrolável de você. A chuva para. É o despertar. Fugir de você não dá. Foi aquele beijo. Aquele primeiro beijo que me fez viver por ti, viver em ti. Não sinto quem sou, como sou, apenas como me enfeitiçou, me roubou de mim.

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